
A E-2 é uma das vias mais rápidas para morar nos EUA à frente do seu próprio negócio. Mas ela depende de um requisito-chave: que o seu país de nacionalidade tenha um tratado de comércio com os Estados Unidos — e o Brasil não tem.
O que é o visto E-2?
Ele permite que cidadãos de países com tratado morem nos EUA para dirigir um negócio no qual fizeram um investimento substancial. É renovável enquanto o negócio operar e inclui o seu cônjuge (que pode trabalhar) e os seus filhos.
Países da região com tratado E-2
Entre os países latino-americanos com tratado E-2 em vigor estão, por exemplo:
- Colômbia, México e Argentina.
- Chile, Costa Rica e Panamá.
- Honduras, Paraguai e Equador, entre outros.
Na consulta confirmamos a sua elegibilidade de acordo com a sua nacionalidade atual.
E se o seu país não tem tratado? O caso do Brasil
Alguns países da região não têm tratado E-2 — é o caso do Brasil, e também de Peru e Venezuela. Ou seja: ser brasileiro, por si só, não qualifica para a E-2. Isso não é o fim do caminho. O caminho usual é ter (ou obter) uma segunda nacionalidade de um país com tratado — algo comum para quem tem ascendência italiana, portuguesa ou espanhola, por exemplo. Também avaliamos alternativas como a EB-5 (residência por investimento) ou outras rotas conforme o seu perfil.
Requisitos da E-2
- Nacionalidade de um país com tratado (o Brasil não está na lista).
- Investimento substancial e já comprometido (em risco).
- Um negócio real e em operação, não especulativo.
- Intenção de dirigir e desenvolver o negócio.
Você tem nacionalidade de um país com tratado?
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Como aplicar, passo a passo
O processo é claro, com um especialista dedicado em cada etapa: consulta gratuita, plano, documentação, construção da petição com advogados licenciados, protocolo no USCIS e aprovação. Veja o processo completo de 7 passos.
Perguntas frequentes
Este artigo é informativo e não constitui assessoria jurídica. A Green North não é um escritório de advocacia: trabalhamos com advogados de imigração licenciados e independentes nos EUA, que são quem conduz o trabalho jurídico de cada caso.